terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A SOCIEDADE DE PLANTÃO


Completado o décimo terceiro mês do governo, o Poder Executivo, comandado pela Presidenta Dilma Rousseff, podemos fazer uma avaliação em todo o processo institucional da nação nos deixando somente novo alento para questões de ordem inadiáveis por excelência e que poderão ser retomadas no decurso da administração pública em todos os níveis de governo. - É a nossa esperança – para um futuro promissor que a nível externo experimenta um relativo crescimento em termos da economia colocando entre as seis primeiras nações do mundo. Entretanto ainda se estabelece ações contraditórias motivadas pelo falso conceito de um país que a cultura política emperra empreendimentos em função dos costumes corruptos dos políticos sendo eloquência essa alusão. As dívidas negativistas para a sociedade política racional foi, ou ainda está e está sendo circunstancialmente a demissão de ministros comprovadamente corruptos envergonhando a nação, por excelência os comprometendo os segmentos do povo que alimentam a ética como fator relevante. Principiando o seu governo, a presidenta defendeu medidas corretas na área econômica, como a contenção de farras dos gastos de custeios, com efeitos negativos pesados em contas públicas, já problemáticas. Mas até no presente não houve transformação que fosse notada pela população segue-se o mesmo roteiro das ações semelhantes ao governo do “camarada” Lula. No Judiciário, este sim, sempre à sociedade brasileira é pego de surpresa com decisões não escarpadas e equivocadas pelos ministros da Suprema Corte (STF) que individualmente se posicionam sempre em contradição com a opinião pública, isto é - no principio interpretativo da lei. No Legislativo: - Está praticamente parada a reforma política no Congresso Nacional que seria o maior anseio dos brasileiros. – A maior importância dos políticos de “plantão” – é a eleição municipal de 2012. Deixando estrategicamente para depois; (ninguém sabe prever). A maior eloquência dos políticos é torcer pela ineficácia da “sepultada – “Lei da Ficha Limpa-.” que segmentos dos três poderes enterraram a “proposta” de iniciativa popular, ninguém não tem mais dúvida disso: o pior com o desleixo do eleitor, simplesmente atendem um abaixo-assinado sem saber pra quem, com o intuito de bajular seus “compadres” uma menção a esse segmento majoritário, por ser massa de manobra para esse desleixe. O “cidadão” que se envolve nesta prática é uma criatura existencial humana desprovida de qualidade. Como é o anseio do político corrupto e descarado e corporativista: - A Lei da Ficha Limpa- o segmento da política estrategicamente promoveu o seu “esquecimento.” – Enfim; o desgaste do Congresso por inevitável. Recai diretamente para os municípios onde grande segmento do povo sem consciência, ainda aplaude, endeusa e até perdoa corruptos, criminosos do bem público por excelência. Resta a nossa sociedade esperar pela má vontade de parlamentares e governantes relacionado a Lei da Ficha Limpa e respeitar um preceito constitucional de iniciativa popular que para os milhões que se mobilizaram no encaminhamento desse projeto moralizador que seria transformado em lei, com efeitos inconsistentes! Com a dosagem excessiva de otimismo da sociedade, esperamos mais do que isto o estabelecimento de um marco histórico para regeneração da vida pública no Brasil. Apesar que até o momento, o Congresso o poder de maior representação popular ao se curvar diante do fisiologismo - teve no Executivo - um abnegado sócio. O maior exemplo que tivemos foram constituídos a fisiologia e o clientelismo - crimes praticados a dois. Mesmo que o “mensalão” tenha sido arquitetado e posto em prática no primeiro mandato de Lula, foi no segundo imperou o estilo do - toma lá; da cá - negociação com legendas aliadas foi aplicado á depauperamento. E não foi diferente na montagem no governo de Dilma Rousseff, se agravando a crise dos políticos com o retalhamento dos ministérios como se fossem donatários de Pastas. O ideal seria que, juntos, Planalto e Congresso decidissem melhorar no sentido ético o nível de relacionamento entre Executivo e Legislativo. Será que esta melhoria somente se prende quando se explicita ações corruptas? -. Seria dar um bom exemplo aos estados e municípios que em sua maioria vivem de negociações comprometendo por individualidade os parcimoniosos recursos obtidos pelos municípios proporcione entendimento para as questões próprias de costumes de uma gente que olha o presente como forma de equacionar “soluções” intempestivas que no futuro trazem dissabor para quem pratica.   
Antônio Scarcela Jorge

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